Bombardeio russo na Síria deixa ao menos 7 mortos, 4 deles crianças

Principal apoiadora do regime de Bashar al-Assad, Rússia mantém ataques no país apesarz da guerra na Ucrânia. Crianças mortas eram da mesma família, diz ONG. Vilarejo na região de Idlib, na Síria, onde ataque aéreo da Rússia matou quatro crianças e seis adultos em 22 de julho de 2022, segundo ONG.
Omar Haj Kadour / AFP
Pelo menos sete pessoas, incluindo quatro menores, morreram em decorrência de atentados perpetrados pela Rússia na Síria nesta sexta-feira (22), informou o Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH).
A Rússia, aliada da Síria há décadas, é a principal apoiadora do regime de Bashar al-Assad e vem intervindo militarmente no país desde 2015.
Os presidentes da Rússia e da Síria, Vladimir Putin (esq.) e Bashar al-Assad, em registro de 2017..
Mikhail Klimentyev/Kremlin pool via AP
O ataque aéreo ocorreu na região de Idlib, no noroeste da país, o último grande reduto jihadista e rebelde em território sírio. Segundo a OSDH, as crianças mortas no bomberdeio eram da mesma família.
O diretor da OSDH, Rami Abdel Rahman, disse que as crianças tinham menos de dez anos e que seis dos sete corpos eram civis. Rahman indicou que ainda há pessoas presas nos escombros. As vítimas eram principalmente sírios deslocados da província vizinha de Hama, segundo Rahman.
Aproximadamente metade da província de Idlib e partes das províncias de Aleppo, Hama e Latakia são controladas por facções que se opõem ao regime em Damasco, como Hayat Tahrir al-Sham, o antigo ramo sírio da Al Qaeda. A região também abriga grupos rebeldes, apoiados de diferentes maneiras pela Turquia e outras formações jihadistas, como o Hurras al-Din.



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