Brisa com lucros de 92 milhões, 10% acima do ano pré-pandemia – Transportes

A Brisa Concessão Rodoviária (BCR), que gere a concessão principal do grupo liderado por António Pires de Lima, registou no primeiro semestre lucros de 91,8 milhões de euros, o que representa uma subida de 76,4% face aos 52 milhões apurados no mesmo período do ano passado. Face a 2019 os resultados líquidos anunciados esta sexta-feira representam um aumento de 10,2%.

Em comunicado à CMVM, a BCR refere que o tráfego no primeiro semestre recuperou 31,3% face ao mesmo período de 2021, com todas as autoestradas a registarem um desempenho positivo, mas salienta que continua 2,9% abaixo dos níveis pré-pandemia.

No total, os proveitos operacionais da concessionária somaram 302,4 milhões de euros até junho, o que equivale a uma subida de 30,4% face ao mesmo período do ano passado, mas também a um acréscimo de 1,1% comparativamente com 2019.

Só as receitas de portagem atingiram os 287,3 milhões de euros, mais 31,1% do que no mesmo período de 2021, assim como mais 0,5% do que em 2019.

Também os proveitos das áreas de serviços, que foram de 12,2 milhões, cresceram 15,4% face ao ano que antecedeu a pandemia.

Os custos operacionais somaram 70,6 milhões até junho, mais 8,9% face ao mesmo período de 2021. Face a 2019 aumentaram 5,8%.

O resultado operacional (EBITDA) do primeiro semestre ascendeu a 231,9 milhões de euros, o que representa um acréscimo de 38,8% face a 2021, no entanto é ainda inferior – em 0,2% – ao registado no período pré-pandemia.

O investimento (Capex) da empresa na rede concessionada totalizou no final de junho 18,8 milhões de euros, representando um aumento de 58% face ao período homólogo e estando maioritariamente afeto a obras de reposição de pavimentos e alargamentos.

A 30 de junho de 2022 a dívida líquida nominal da BCR era de 1.536 milhões de euros, 1,6% abaixo da registada em dezembro de 2021.





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