Europa no verde. Stoxx 600 renova máximos de dois meses. Juros agravam na Zona Euro – Mercados num minuto

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Stoxx 600 renova máximos de dois meses à bolei das farmacêuticas

A Europa arrancou a última sessão da semana a negociar predominantemente em terreno positivo, com o índice de referência da região a tocar máximos de dois meses. As farmacêuticas são as protagonistas da sessão, a corrigirem dos tombos de quinta-feira.

 

O Stoxx 600, “benchmark” para o bloco, sobe 0,43% para 442,05 pontos. Entre os 20 setores que compõe o índice, viagens e lazer comandam os ganhos a somar mais de 2%, com as ações da Flutter Entrettainment a puxarem pelo setor.

As ações da companhia crescem 6,5%, depois de ter sido noticiado que o processo de arbitragem que envolve a empresa e a Fox deve terminar “nos próximos meses”, segundo avançado pelo próprio CEO da Fox, Lachlan Murdoch, numa conferência com analistas.

 

Apesar deste ganho, as farmacêuticas é que são as grandes protagonistas da sessão. As ações da GSK  sobem 5,1% depois de um tombo de dois dias, motivado pelo processo levado cabo devido ao medicamento Zantac retirado do mercado em 2020 e sobre o qual surgem acusações de que o mesmo pode provocar cancro.

 

Esta subida dos títulos surge um dia depois de a GSK ter anunciado em comunicado que tanto o regulador norte-americano para o medicamento (na sigla inglesa FDA) como a Agência Europeia do Medicamentos concluíram que “não há evidências que provem um nexo de causalidade” entre a toma do Zantac e a origem do cancro.

 

Por sua vez a Sanofi, também envolvida na polémica, beneficiou deste comunicado, estando a crescer 3,2%. Perante esta situação, o Deutsche Bank chegou mesmo a rever em alta a recomendação da Sonfi argumentando que a queda que a farmacêutica durante esta semana “foi um pouco exagerada”. Desde terça-feira, a GSK, Sanofi e Haleon perder 40 mil milhões de dólares em capitalização de mercado. Também a Haleon segue a recuperar, ainda que de forma mais tímida (1,4%).

 

O ganho desta semana do Stoxx 600 foi alimentado pelo recuo dos números da inflação nos EUA, tanto na ótica do consumidor como do produtor. Desde o início de julho, o índice de referência valorizou cerca de 10%, segundo as contas da Bloomberg.

 

Nas principais praças europeias, Frankfurt acumula 0,70%, Madrid cresce 0,58% e Paris avança 0,46%, Londres ganha 0,51% enquanto Milão soma 0,59%. Amesterdão é a única praça a negociar no vermelho (0,38%). Por cá, Lisboa negoceia na linha d’ água (-0,04%), depois de ter arrancado a sessão em terreno positivo, em linha com as congéneres do bloco.



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