Greve da Ryanair em Espanha já cancelou 10 voos e levou a 51 atrasos – Aviação

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A companhia aérea low-cost, Ryanair, está a ser prejudicada por greves dos tripulantes de cabine em Espanha, que começam esta segunda-feira e devem durar até janeiro de 2023. De acordo com a agência Europapress já foram cancelados dez voos e 51 foram adiados, isto até as 9h desta segunda-feira. O aeroporto mais afetado é o de Palma de Maiorca, seguido de Málaga e Barcelona.

 

Esta é a terceira ronda de greves por parte dos sindicatos este verão, que justificam a medida por a empresa ter abandonado a mesa de negociações de contratos, onde estavam a ser discutidas “condições laborais dignas e de acordo com a legislação espanhola”. A nova vaga sucede às greves do final do julho, com a duração de seis dias, que obrigaram ao cancelamento de mais de 200 voos e causaram milhares de atrasos, de acordo com dados dos sindicatos.

Os sindicatos USO e Sitcpla convocaram 1.600 trabalhadores, pertencentes às empresas Ryanair, Crewlink e Workforce para paragens de 24 horas de segunda a quinta-feira que, de acordo com o El País, deverão afetar durante as primeiras duas semanas um milhão de passageiros – uma média de 130 mil por dia.

A greve deverá manter-se até janeiro do próximo ano, coincidindo com a época alta das férias, já este mês, e ainda com o Natal, épocas em que se registam níveis de tráfego mais elevados.

 

O Ministério dos Transportes espanhol estipulou serviços mínimos que vão dos 68% aos 85% no caso de voos nacionais e ilhas e 36% a 50% em voos na Península Ibérica, nos casos em que a deslocação via transportes públicos seja igual ou superior a 5 horas, e ainda em voos internacionais.

Em declaração enviada às redações a Ryanair afirma que “espera perturbação mínima (se existente) em Espanha este inverno” e esclarece que “chegou recentemente a um acordo com o principal sindicato espanhol CCOO sobre remunerações, listas e subsídios para a sua tripulação de cabine espanhola” e que “as greves recentes da USO/SITCPLA têm tido pouca adesão com um efeito mínimo”.

Dos “3 mil voos diários (quase 100 mil por mês)” que a Ryanair opera “menos de 1%” estão a ser “afetados pela tripulação este verão”.



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