Petróleo, dólar e ouro recuam. Gás avança. Europa negoceia em terreno positivo – Mercados num minuto

Europa aponta para arranque de negociação com ligeira subida. Didi anima praças asiáticas

As principais praças europeias estão a apontar para uma negociação em terreno positivo, embora com ganhos ligeiros. Do outro lado do mundo, na Ásia, a sessão foi positiva e marcada por um dólar mais fraco e pelo possível fim da investigação à gigante tecnológica chinesa Didi.

Esta terça-feira o Wall Street Journal avançou que a investigação do regulador chinês à empresa de mobilidade rival da Uber pode estar perto de terminar, mas não antes de ser paga uma coima de mil milhões de euros. Em causa estão quebras na confidencialidade dos dados.

Esta penalização pode abrir caminho para Pequim deixar de impedir a criação de novos utilizadores na plataforma e permitir que a “app” possa estar novamente disponível nas lojas de aplicações chinesas, o que animou os investidores.

O sentimento positivo contagiou outras tecnológicas, como a Alibaba, que ganhou 3,87%, ao passo que a vendedora de videojogos Tencent registou uma subida de 2,04%. A negociação no continente asiático foi também impactada pelos resultados da Netflix, melhores que o esperado e que estão agora a colocar uma perspetiva otimista na época de resultados do segundo trimestre das empresas norte-americanas.

No Japão, o Topix subiu 2% e o Nikkei valorizou 2,4%. Pela China, em Hong Kong, o Hang Seng ganha 1,9% e Xangai soma 0,7%. Por fim, na Coreia do Sul, o Kospi pula 1%. O Euro Stoxx 50 valorizam 0,2%.

Na Europa os investidores vão estar a digerir dados divulgados esta manhã sobre a inflação no Reino Unido, que atingiu o valor mais alto em 40 anos em junho fixando-se nos 9,4%, depois de ter sido de 9,1% em maio. Estes novos valores colocam maior pressão no Banco de Inglaterra para um aumento mais agressivo das taxas de juro na reunião de agosto. O governador Andrew Bailey já levantou a hipótese de uma subida em 50 pontos base.

Ainda hoje, é divulgada a estimativa rápida de julho para a confiança do consumidor na Zona Euro.





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